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Neste duro período de ataques à população LGBTI brasileira e de perdas de direitos coletivos para a ampla maioria dos setores mais oprimidos do país, a ABGLT abre inscrições para a TEIA LGBTI – Curso preparatório para Defensoras(es) de Direitos Humanos LGBTI, realizado em parceira com a Associação Paranaense da Parada da Diversidade (APPAD) e o Governo do Canadá.


O curso tem como objetivo formar uma rede de defensores de direitos humanos LGBTI de todos os estados brasileiros. Será realizado através de uma plataforma online criada para a realização deste e demais cursos. As vagas deste primeiro curso são voltadas inicialmente para pessoas que compõem alguma das organizações afiliadas a ABGLT, garantindo ainda critérios de gênero e raça.


A plataforma completa estará no ar na próxima semana, mas as inscrições já podem ser feitas aqui no site da ABGLT. Para saber mais informações e garantir sua inscrição, clique aqui.


Ainda não é afiliado a ABGLT? Saiba como.

 

Atualizado: 11 de set. de 2019


Rio de Janeiro: Victor Wolf e Felipe Carvalho, Secretário de Relações Internacionais e Diretor de Combate ao Racismo da ABGLT, respectivamente, em reunião da Comissão Interamericana de Direitos Humanos

A ABGLT participou, na última semana, de duas reuniões da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) em conjunto com diversas organizações da sociedade civil que trabalham questões LGBTIs, militantes e pesquisadores, em Salvador (8/11) e no Rio de Janeiro (9/11).

Salvador: Gustavo Miranda, Diretor de Políticas sobre Drogas, apresenta o Relatório Parcial da Violência no Período Eleitoral de 2018

Nas reuniões, cujo objetivo foi receber informações sobre as questões prioritárias sobre direitos humanos no Brasil, a comissionada da CIDH recolheu as opiniões, análises da conjuntura e denúncias dos movimentos presentes. Foram apresentados trabalhos e feitas solicitações de recomendações que a CIDH fará ao governo brasileiro. Na oportunidade, apresentamos o Relatório Parcial da Violência no Período Eleitoral de 2018, produzido pela ABGLT, que levantou dados sobre os casos de violência eleitoral no país no último período.


Solicitamos também a inclusão, dentro das recomendações da OEA ao Brasil, da aprovação de duas ações da ABGLT no Supremo Tribunal Federal (STF): o Mandado de Injunção 4733, que trata sobre a criminalização da discriminação contra pessoas LGBTI+; e a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 527, que pede interpretação compatível com a Constituição Federal a fim de que encarceradas transexuais e travestis, identificadas socialmente com o gênero feminino, possam optar por cumprir pena em estabelecimento prisional do gênero feminino ou masculino. Leia mais:

 


O Supremo Tribunal Federal (STF) julga no próximo dia 14 de novembro, quarta-feira, o Mandado de Injunção 4733, impetrado pela ABGLT em conjunto ao GADsV, sobre a criminalização da discriminação contra pessoas LGBTI+ no Brasil. O julgamento do Supremo avaliará se o Congresso Nacional tem obrigação ou não de legislar sobre a criminalização do tema.


O Brasil já é um país muito perigoso pra pessoas LGBTI+. E com um presidente que prefere "um filho morto a um filho gay", as coisas devem ficar ainda mais difíceis. A All Out e a ABGLT construíram petição para ser entregue ao STF.


Então #AHoraÉAgora para dizer não ao ódio e não à discriminação contra pessoas LGBTI+! Assine a petição: https://www.stf.alloutbrasil.org

 
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